segunda-feira, 14 de maio de 2012
Buenas amigos. A quem interessar possa, dilvugo abaixo um interessante evento que será realizado pela Universidade Federal de Pelotas(RS. Não é muito comum, o âmbito acadêmico tratar, debater e apresentar alguns aspectos da fronteira entre Rio Grande do Sul e Uruguay. Fronteira que vem se descaracterizando de forma positiva, quanto ao seu conceito. Fronteira que mais une do que separa. A cultura pela música e poesia, e o olhar do povo fronteiriço, de compreender a Pampa, neste elo de campo e céu, que une Uruguaios e Brasileiros, sobretudo entre Santana do Livramento e Rivera, e Aceguá dos dois lados(antes distrito de Bagé), projetam uma nova maneira de integração social e humana, onde os habitantes dos dois lados da fronteira, se identificam no que tempos atrás foi diferença, e se complementam no ponto de vista econômico, quanto às necessidades e qualidades que cada lado oferece. Talvez este passado fronteiriço não tenha sido de tanta diferença. O que os governos tentaram separar, o povo tratou de unir pelo fraterno convívio dos humildes, da sensibilidade e sabedoria de valorizar o simples, e fazendo a paz com a história, numa diária lição de vida e humanidade ao mundo dito pós-moderno.
Portanto aí a sugestão deste importante painel que se desenha para os próximos dias de Maio.
CIM promove seminário A Fronteira em Debate
26 de Abril de 2012
Numa promoção do Centro de Integração do Mercosul e Núcleo de Estudos Fronteiriços da UFPel, será realizado no dia 22 de maio, no auditório Simon Bolívar (Centro de Integração do Mercosul) o seminário A fronteira em debate. As atividades serão desenvolvidas nos turnos da manhã e da tarde, com as presenças de painelistas da UFPel, UFRGS e UFRJ.
Estarão em discussão temas como o uso do modal hidroviário para o transporte através da Lagoa Mirim, integração étnica em regiões de fronteira, o papel da mídia na integração fronteiriça, entre outros. Veja a íntegra da programação:
PROGRAMAÇÃO
08h30min - Abertura Oficial
Prof. Antonio Cesar Gonçalves Borges – Reitor da UFPel
Prof. Manoel de Souza Maia – Diretor da Agência de Desenvolvimento da Lagoa Mirim/UFPel
Prof. Maurício Pinto da Silva – Coordenador do Seminário A Fronteira em Debate
09h00 – Conferência de Abertura
O papel da Universidade Federal de Pelotas na Fronteira do Mercosul
Prof. Antonio Cesar Gonçalves Borges – Reitor da UFPel
Moderador: Prof. Manoel de Souza Maia - Diretor da Agência de Desenvolvimento da Lagoa Mirim
10h00min – Palestra I – O Uso do Modal Hidroviário para o Transporte de Arroz através da Lagoa Mirim na fronteira Brasil-Uruguai
Profa. Raquel da Fonseca Holz – Centro de Integração do MERCOSUL/UFPel
Moderador: Prof. Celso Elias Corradi - Centro de Integração do MERCOSUL/UFPel
10h45min – intervalo/café
11h00min – Palestra II – Afro-brasileiros e Afro-uruguaios: integração étnica na fronteira Aceguá/BR-Acegua/UY
Profa. Francine Joseph – Centro de Integração do MERCOSUL/UFPel
Moderador (a): Profa. Maria de Fátima Bento Ribeiro – Centro de Integração do Mercosul/UFPel
11h45min – Intervalo/Almoço
14h00min – Palestra III – Marcas da integração fronteiriça: da mídia local para o espaço global.
Profa. Karla Muller – Programa de Pós-graduação em Comunicação e Informação/PPGCOM da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS
Moderador (a): Profa. Renata Azevedo Requião – Centro de Artes da UFPEL
15h15min – Palestra IV – ICARO – Interdisciplinaridade, Crítica ao Autoritarismo, Regionalidade e Oralidade - O Linear nos Estudos Literários.
Prof. Uruguay Cortazzo Gonzalez – Centro de Letras e Comunicação/UFPel
Moderador (a): Prof. João Luis Pereira Ourique – Centro de Letras e Comunicação/UFPel
16h15min – intervalo/café
16h30min – Palestra V – Territorialidades na fronteira Santana do Livramento, no Brasil e Rivera, Uruguai
Profa. Marta Gomes Lucena – Núcleo de Pesquisa em Ruralidades CPDA da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Moderador (a): Prof. Sidney Gonçalves Vieira – Instituto de Ciências Humanas da UFPEL
17h30min – Lançamento do livro - “A Condição Social Fronteiriça Brasil-Uruguai no Mercosul” de autoria de Marta Gomes Lucena - Série Fronteiras da Integração do Centro de Integração do Mercosul
18h00min – Encerramento
Data: 22/05/12
Local: Centro de Integração do MERCOSUL – Auditório Simon Bolívar
Apoio – Fundação Simon Bolivar
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Música e Espaço
O fim de tarde, calmo. O sol deitando sua luminosidade no rio, insistindo em ficar mais um pouco, sem olvidar porém o seu dever de despertar o outro lado do mundo. Já no alto do cerro vislumbrei a outra ponta do firmamento, mais cerros elevando o horizonte e a lua crescente quase cheia, bem envolvida na moldura azul celeste, a vida neste momento nos trazendo a lição da serenidade pela paisagem. No leste a lua, à oeste o sol, e me faço um peregrino da Terra neste instante. Um dedilhar de guitarra "sureña" começa a fazer sonoridade do sentimento que fluiu, por eu ter me permitido seguir os rastros da natureza que insconsciente intuia. A guitarra no seu apelo, tem o poder de sublimar o que sentimos e externá-lo a ponto de musicar o que nossos olhos enxergam, captam, percebem, refletem e abraçam na paisagem que se forma em nosso encontro com a natureza, o tempo e o espaço. No topo de um cerro, com vista para tudo, os campos, o rio, o horizonte pleno, circundando todas as direções, percebemos o Universo, que somos parte dele, e a Terra no seu "tranquear" cósmico, nos recorda outros tempos e nos possibilita vislumbrar caminhos. Podemos realizar estes exercícios de rumo e caminho, quando encontrarmos um lugar que nos detém pela paisagem e expressão. Bueno, os cerros, o rio, o sol e a lua me detêm no alto de um cerro, onde me "aquerencio" na sombra de uma figueira. De um cerro de Porto Alegre, faço contato com a essência charrua desta terra!Marcos Almeida Pfeifer Outono, Lua Crescente, 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Palavras, silêncio, luz
Venho tranqueando pelos dias. Uns à trote, outros à galope. Tenho visto bastante. Do mundo próximo, que nos circunda. E do mundo longe, distante, mas que nos envolve num círculo maior que é a circunferência do globo terrestre, o Planeta, nosso lugar no Sistema Solar, na Galáxia, e no Universo.
Tem acontecido tanto nestes últimos dias. O mundo passa por transformações econômicas profundas. Sociais e políticas também, mas estas custam mais a serem percebidas. Há muito imediatismo ainda. Cultural, profissional e existencial. Estamos necessitando de pausas e silêncios. Tenho buscado isto, e assim tentar adentrar no compasso do Universo. Ao menos sentir a consciência nesta busca. A paz, a felicidade, ou uma simples, mas vital sensação de relaxamento e alívio consistirá nos próximos tempos em aprender a conviver com menos; para poder aprender e aproveitar mais. Das sensações, dos sabores, dos amores, das amizades, do crescimento das crianças, das mudanças em nossa volta e no mundo. Parar e silenciar para poder refletir nossa essência. Escutar a voz interior, lá da fonte inicial! Para retomar a compreensão do que somos, da onde viemos, o que gostamos, o que queremos, o que seremos e para onde vamos. Neste exercício, tentei retomar o simples. Silenciei, procurando menos. Encontrei o túnel do meu nascimento, ou do instante, do espaço ou dimensão que me trouxe à vida neste Planeta. Enxerguei os quatro anjos que me aguardavam aqui, minha família, e os demais que iriam parceriar minha caminhada; meus amigos. Nesta retomada da luz primeira, além do som do tempo e da natureza, se é que posso materializá-lo numa forma mais palpável. Tem a vibração, a mensagem, o canto e a voz do nosso mestre Jayme Caetano Braun. O payador das Missões, o cantor das três bandeiras, o mensageiro da nação pampeana, trazendo o canto puro da terra à grande nação mundial.
Este gaúcho, exemplificou, demonstrou, cantou nas suas poesias, verdadeiros compêndios e ensinamentos à paz do mundo, a busca do indivíduo através da sua mente e essência, para recompor a sua trajetória. São impressos muitos livros de importantes autores e pensadores sobre a nova ordem mundial. Eventos, fóruns e simpósios são realizados. Gravações, imagens, filmagens e energia são gastos para dizer o que o "paysano" da Timbaúva dizia nos versos, sem gerar qualquer tipo de dispêndio para a terra, para o Planeta.
Quando li os versos: "o silêncio é a luz mais pura, do mundo em que me deparo,
e a luz, é o silêncio claro, na estrada de quem procura..."
Pensei nesta reflexão de Jayme como a profunidade dos profetas, dos visionários, dos mensageiros do tempo e do universo, da ciência e da consciência. Ainda estou tentando entender a mensagem destes versos, espero que os dias me ajudem a decifrá-la. Mas alguém, pode ser Deus, não tenho a prepotência de atribuir seus atos, mas dentro das minhas limitações tentar reconhecer a sua mensagem, talvez algo que tenha no Universo a concepção do amor e da luz, enviado Jayme Caetano Braun para ser o artesão dos caminhos. De religar nosso povo à sua história. De nos ensinar sobre o silêncio, a luz, o vento e a vida. Que o canto dos pássaros nos finais de tarde, é a grande inspiração orquestral para o mais afinado ouvido humano. Que os avós são os luzeiros da nossa memória, os rastros da nossa estrada. Que o campo é o sagrado livro da vida. E que a vida sem o amor feminino, deixa o campo sem flores, a noite sem estrelas, e a vida do "guasca" vazia.
Gracias Don Jayme, por me inspirar meus silêncios a tatear minha luz!
Marcos Almeida Pfeifer
Porto Alegre, 23 de Abril de 2012, Outono, Lua Nova
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Amanhecendo
Bom dia amigos. Mais uma semana começa. Que seja repleta de saúde, paz e harmonia à quem necessitar. Que possamos aprofundar nossos sentidos, aproximando-nos da nossa essência, ampliando nossa percepção da natureza e do Cosmo.
Já vem linda a manhã desta Segunda-feira, em que uma paineira¹ me "saludó" com suas flores roseadas de perspectivas outonais, emoldurada pelo céu azul deste Hemisfério Sul, Pampa. Vejo ali a natureza estendo suas mãos, em abraço materno, trazendo a luz e a energia para as lidas da Semana. Que possamos retribuir seu gesto, sua benção semanal, nos fazendo mais íntegros, do interior para fora, harmonizando nossas casas e nossas famílias, nossas relações, na gratidão natural que nos caracteriza filhos da Terra. Um abração e linda Semana, com este lindo canto crioulo uruguaio e gaúcho.
1 - Paineira - árvore nativa da América do Sul, encontrada também na Bolívia e na maior parte do Brasil, de nome científico Ceiba Spceciosa, catalogada pelo célebre nautralista francês Auguste de Saint-Hilaire. Possuem até 20m de altura. Podem ser localizadas em muitas ruas e parques de Porto Alegre, seu tronco provido de acúleos (espinhos), suas flores geralmente rosadas, além de espécies de floração branca.
"Saludó" - do espanhol saudou, de saudação, cumprimento, aceno.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Escrevo
Escrevo porque a terra me dá energia. Me chama para que manifeste a alma pura da nossa gente, e escreva o sentimento que escorre nas minhas veias como um rio que precisa transportar canoas de felicidade, paz e amor até o cais, a barranca desejada por esta alma. Está quente e mormaçento no Sul, tenho muito trabalho e corrida a fazer, mas tenho que escrever. Escrevo com a sinceridade dos índios da minha terra, pois sinto no olhar guarany, que preciso escrever. Quando caminho e vejo os guapuruvus, jacarandás e corticeiras aguentando firmes as soalheiras do Verão pampeano, e acenando uma compensadora e parceira brisa nos finais de tarde, por esta generosidade, tenho que escrever. Quando os animais me ensinam através da sua singeleza e instinto, que a vida se faz de hábitos, me comunicando de forma sutil das suas necessidades, que chega a ser linda a sua espontaneidade , escrevo! Quando o olhar da morena me traz a noite estrelada, escrevo! Quando vejo nos avós e netos, a divina e fundamental conexão da mensagem e continuidade da vida, escrevo! Quando humildemente ignoro a comunicação imediatista e financeira da midia e da TV com seus reality shows, e mantenho quase que inerte o televisor em minha casa, escrevo. Quando o "recuerdo" da terra que me viu crescer, vem saudoso pela estrada curtida e polvorenta que me leva à fronteira com o Uruguay, olfateando carquejas e macelas no campo, ou cheirando alecrins e manjericão nos pátios dos arrabaldes, silêncio sagrado que só é cortado pelo latir dos cães, que tem procuração divina para interromper a paz das noites interioranas, por isto escrevo.
E para agradecer a companhia, a leitura, a participação e a existência de todos meus amigos, ESCREVO! E deixo pra cevarem um bueno dum mate, a música e as imagens da nossa vizinha Argentina, suas "calles" tão nossas, e o canto de Los Fronterizos, mestres do folklore pampeano. Grande abraço!
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Observação do tempo
Os dias que vêm transcorrendo neste início de ano tem sido bem difíceis para a Sul-América. Irmãos no centro do Brasil, estão sofrendo as intempéries características dos Verões em clima tropical de Mata Atlântica, com as enxurradas atuando fortemente nos estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Nestes casos, há uma questão que se põe urgente, a de uma reformulação da ocupação urbana e ambiental. É o grande momento para que as autoridades públicas daqueles locais junto à União, iniciem um processo que envolva as comunidades que sofrem com o tempo a cada ínicio de ano, e articulados, construam soluções de uma reocupação ordenada e ambientalmente sustentável do seu espaço urbano. Isto cabe também a todos os grandes e médios centros urbanos do país, e também as pequenas cidades que tenham a ambição material de crescimento. Que se desenvolvam, mas com supremo respeito à natureza, ao ecossistema à que pertencem, onde toda evolução econômica, tecnológica e material, passe antes por esta sensibilidade, de se guiar pelas condições que a natureza propicia para o estabelecimento e desenvolvimento humano do local.
Aqui no Sul, Rio Grande, Uruguai e parte da Argentina, urbanos e rurais convivem com a falta d´água, em algumas regiões mais agravadas que outras. Muitos agricultores com as safras perdidas, pecuaristas dependendo de chuva para molhar a terra e brotar pasto novo, viçoso, e as pessoas da cidade, aguardando a aguada do céu para normalizar o abastecimento, e cessar com o racionamento de água em várias municípios e distritos deste Sul de Continente.
É verdade que quanto mais o tempo passa, e só pode ser assim, questões de várias ordens inquietam o meu andejar charrua, que está na casa dos 31 anos. Dessa forma, neste fim de tarde, ao olhar pras barras dos quatro horizontes, vi o tempo mudando de forma séria e decidida, com a firme atitude de ao regar este pedaço de mundo, repor a esperança na vida, no pasto, nas folhas e árvores nativas que acenarão contentes e plenas após o aguardado afago celeste. E os animais, aguardando dignamente, valorizarão a vida com espontâneo agradecimento ao sorverem a água dos açudes, lagos e rios, trazidas por esta nova chuva, por este novo tempo.
Os intervalos entre calor, intenso e abafante, originando situações drásticas de seca, servem de lição primordial para valorizarmos a água benta, esta sim é benta, que andava ausente. Ou se ausentou a ver se neste período, uma nesga de consciência de respeito e preservação por esta terra, por este Planeta que nos acolhe em vida, acendeu brasas fogoneiras a nos guiarem em nova atitude.
O tempo, ah este velho amigo, nos deu tempo, para pensarmos nossa condição aqui. E de maneira firme mostrou neste começo de ano, a sua intenção em continuar integro para crescermos dentro dele, e a natureza, revigorando a esperança com esta chuva crioula que cai molhando a nossa Pampa, de crescermos felizes na sua, em nossa casa.
Pampa, cielo, cerros, arvoredo que é meu abrigo eterno, e o caminho, meu mestre sereno e forte. No más, um mate e a guitarra de Atahualpa Yupanqui, trazendo em forma de música, a chuva que cai com uma benção para esta minha alma de paysano!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Com rumo firme e o campo nos olhos!
Buenos dias. Feliz Ano Novo amigos deste espaço de cultura telúrica. No madrugar desta Segunda, no alvorecer de Janeiro, destapo a silhueta do tempo, de um verão surpreendente de temperaturas primaverais, e o céu que reponto nesta hora, azul matinal tingido de serenas nuvens brancas, esparramadas de umidade. Bons indícios de que a chuva não irá se ausentar do Continente chamado Rio Grande, neste principiar de ano. Rezo que a umidade se converta em chuva na metade Norte do Estado, região que sofre estiagem entre o fim da Primavera até agora. No entanto, vale lembrar que esta "falta" do tempo pode ser um indício para refletirmos de que maneira lidamos com a terra. Ou mesmo, sina do tempo, ciclos, vai se saber...
Amigos, quero deixar firme essas palavras, rumos que nos guiarão pela estrada do nosso interior, e se refletirão em atitudes no mundo externo. Reculuto e trago sereno no buçal o flete de 2012. Com alegria, já percebi que as mãos tenras das crianças estão confiantes e com esperança em nós adultos. É de assumir o compromisso, de preservar o puro e limpo que a Terra teima em nos oferecer, mesmo após tantas ofensas que ainda causamos a ela. Sinto receber essa missão, nas mãos das crianças. E nos seus olhares também. Que homem serei se não empenhar minha vida neste projeto?
Vamos madrugar confiantes, de fogão aceso e um canto crioulo na alma. Vamos rondar alertas, as questões que interferem na saúde do Planeta e na nossa (por acaso?) e estiverem sendo decididas nos gabinetes das administrações públicas de nossas cidades, estados e país. Vamos nos mobilizar com proposições diretas aos nossos representantes.
Vou soltando o flete do buçal, e o deixando num potreiro de boa pastagem perto "das casa". Assim mantenho o bom cavalo por perto, para as campereadas de precisão. Firme e alegre, um Feliz Ano Novo a todos meus amigos. E um tema bueno para cevarmos os primeiros mates deste lindo 2012.
Peço permiso e benção ao autor desta obra, e à pessoa generosa que compartilhou este video no youtube.
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